Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Cras vitae gravida odio.
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Cras vitae gravida odio.
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Cras vitae gravida odio.

Por Jana Winter e Andrew Goudsward
WASHINGTON, 30 Jan (Reuters) - O ex-âncora da CNN Don Lemon foi preso por envolvimento em um protesto em uma igreja, informaram na sexta-feira seu advogado e uma autoridade do Departamento de Justiça familiarizada com a situação.
Lemon transmitiu ao vivo uma manifestação neste mês que interrompeu a cerimônia religiosa em St. Paul, Minnesota, em protesto contra a repressão à imigração do presidente Donald Trump na região.
Lemon é acusado de conspirar para privar outras pessoas de seus direitos civis e violar a Lei "Face" por supostamente obstruir o acesso a um local de oração, de acordo com uma autoridade do Departamento de Justiça. Agentes do FBI e da Investigação de Segurança Interna o prenderam em Los Angeles, disse a fonte.
O advogado de Lemon, Abbe Lowell, chamou a prisão de “ataque sem precedentes à Primeira Emenda”.
Lemon disse que estava na manifestação como jornalista. Ele afirmou que foi avisado com antecedência, mas não sabia que os ativistas iriam interromper a cerimônia religiosa. Ele pode ser visto discutindo com um paroquiano sobre a aplicação da lei de imigração.
Autoridades do governo Trump condenaram rapidamente a manifestação e acusaram os manifestantes de intimidar os fiéis cristãos.
Agentes federais prenderam outras três pessoas e as acusaram de violar a Lei "Face", uma lei de 1994 que impede a obstrução de clínicas de aborto e locais de culto, mas um juiz dos EUA havia se recusado anteriormente a aprovar a prisão de Lemon, alegando falta de provas.
O Departamento de Justiça não respondeu imediatamente aos pedidos de comentários.
Lemon passou 17 anos na CNN, tornando-se uma de suas personalidades mais reconhecidas.
A CNN o demitiu em 2023 depois que ele fez comentários ao vivo sobre mulheres e a então candidata republicana à Presidência Nikki Haley que foram amplamente considerados sexistas. Lemon posteriormente se desculpou.
(Reportagem de Jana Winter, Andrew Goudsward e Katharine Jackson)