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PEQUIM, 6 Mar (Reuters) - Autoridades e executivos de Guangdong, o polo tecnológico e industrial do sul da China, prometeram nesta sexta-feira expandir a inteligência artificial em sua economia de US$2 trilhões, um dia depois de Pequim lançar uma estratégia "IA plus" para incorporar a tecnologia em toda a produção.
Eles comentaram o assunto em um evento que discutia um novo relatório de trabalho do governo e um plano político de cinco anos que, pela primeira vez, coloca a modernização industrial impulsionada por IA no centro do crescimento econômico.
Como um elo crucial nas cadeias de suprimentos globais, produzindo smartphones, eletrodomésticos e veículos elétricos, a capacidade de Guangdong de implantar IA também influenciará o quanto a União Europeia e os Estados Unidos poderão reduzir os riscos de suas cadeias de suprimentos em relação à China, em meio à crescente tensão geopolítica.
Guangdong é a maior economia provincial da China, ocupando o primeiro lugar em todo o país há mais de três décadas. A província registrou um Produto Interno Bruto (PIB) de cerca de 14,6 trilhões de yuans (US$2,1 trilhões) em 2025, tornando-se uma economia maior do que países como a Austrália.
O governador de Guangdong, Meng Fanli, afirmou que a província aprofundará as aplicações de "IA plus" em diversos setores e impulsionará a comercialização em larga escala da inteligência artificial.
Já o secretário do Partido Comunista de Guangdong, Huang Kunming, afirmou que a província acelerará a construção de novas infraestruturas, incluindo grandes clusters de computação.
Qin Weizhong, prefeito de Shenzhen, o principal polo tecnológico da China, afirmou que o valor agregado em setores como IA, robótica e semicondutores teve crescimento de dois dígitos no ano passado.
Indústrias emergentes estratégicas representaram 43% do PIB de Shenzhen, disse Qin. A cidade abriga gigantes da tecnologia como Huawei, Tencent e DJI.
(Reportagem de Eduardo Baptista)