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Por Johann M Cherian e Ragini Mathur
3 Mar (Reuters) - Os principais índices de Wall Street caíam mais de 2% nesta terça-feira, com o S&P 500 atingindo seu nível mais baixo em mais de dois meses, enquanto os investidores se preparavam para o impacto de um conflito cada vez maior no Oriente Médio sobre os preços do petróleo, a inflação e o comércio global.
A ameaça de Teerã de atacar qualquer navio que tente transitar pelo Estreito de Ormuz, combinada com a interrupção da produção por vários produtores de petróleo e gás do Oriente Médio, elevou as taxas globais de transporte marítimo e os preços do petróleo bruto e do gás natural.
O estreito, um ponto crítico, transporta cerca de um quinto do consumo total de petróleo do mundo.
“Os investidores estão preocupados com a possibilidade de uma inflação adicional no futuro. A principal preocupação é que (os preços do petróleo) ultrapassem os US$100 por barril e permaneçam nesse nível”, disse Robert Pavlik, gerente sênior de portfólio da Dakota Wealth.
“Esperamos que esta seja uma guerra rápida e decisiva. Mas há muitas questões em aberto, por isso não me arriscaria a fazer previsões.”
Setores como o de companhias aéreas e viagens, que estão expostos aos preços do petróleo bruto, sofriam perdas pelo segundo dia consecutivo. A Delta e a Royal Caribbean caíam cerca de 3% e 4%, respectivamente.
O Dow Jones Industrial Average tinha queda de 2,22%, para 47.821,09 pontos, enquanto o S&P 500 recuava 2,06%, a 6.739,71 pontos, e o Nasdaq Composite caía 2,12%, para 22.265,45 pontos.
A liquidação era generalizada e todos os principais setores do S&P 500 estavam sendo negociados no vermelho.
As ações de tecnologia caíam 1,9%, com a Nvidia recuando 1,7%, após ganhos na sessão anterior.
O medidor do medo de Wall Street, o índice de volatilidade CBOE, atingiu uma nova máxima de três meses de 27,30 pontos.
(Reportagem de Johann M Cherian, Pranav Kashyap e Ragini Mathur em Bengaluru)