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FRANKFURT, 4 Fev (Reuters) - A inflação na zona do euro caiu no mês passado, segundo dados divulgados nesta quarta-feira, entrando em uma fase de fraqueza que, segundo a maioria dos economistas, deve durar pelo menos um ano e manter o Banco Central Europeu em compasso de espera.
O aumento dos preços nos 21 países que compartilham o euro caiu para 1,7% em janeiro, nível mais baixo desde setembro de 2024, pressionado pela queda nos preços da energia. O resultado ficou em linha com as previsões de economistas.
Mas uma medida importante da inflação subjacente, que exclui itens voláteis como energia, alimentos, álcool e tabaco, caiu inesperadamente de 2,3% em dezembro para 2,2%, à medida que os preços no setor de serviços continuaram a diminuir.
Em conjunto, os dados não deverão provocar qualquer ação imediata por parte do BCE, que deverá manter as taxas de juro na quinta-feira e durante o resto do ano.
O banco central da zona do euro estima que a inflação ficará ligeiramente abaixo da meta de 2% neste ano e no próximo, antes de voltar a atingi-la em 2028.
A inflação tem oscilado em torno de 2% há pelo menos um ano, após uma onda de aumentos de preços impulsionados pela recuperação da economia após a pandemia de Covid-19 e pela invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022, que elevou os custos dos combustíveis.
Economistas estão divididos sobre se a próxima medida do BCE será um corte ou um aumento, com algumas autoridades do BCE afirmando recentemente que ambas os movimentos são igualmente prováveis.
(Reportagem de Francesco Canepa)