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A gigante americana ExxonMobil expressou confiança nesta terça-feira (3) no fornecimento de petróleo e gás para os Estados Unidos, por considerar que as jazidas de xisto permitirão atender à demanda, apesar das interrupções causadas pela guerra no Oriente Médio.
"É uma situação muito dinâmica, muito incerta", disse em conferência financeira o vice-presidente da ExxonMobil, Jack Williams. Ele ressaltou que a prioridade do grupo é garantir a segurança de seus funcionários na Arábia Saudita, nos Emirados Árabes e no Catar.
Teerã atacou instalações ligadas aos Estados Unidos no Golfo Pérsico e fechou o Estreito de Ormuz, crucial para o transporte de petróleo. Já Israel continuava bombardeando Irã e Líbano.
"Isso é claramente uma grande perturbação, e tudo vai depender de quanto tempo o estreito permanecerá fechado ao tráfego marítimo", disse Williams. "Temos infraestrutura em todo o mundo" para a produção, o refino, e uma grande frota para transportar esses produtos sem passar por aquela área, ressaltou o executivo.
"Estamos muito bem posicionados, graças à revolução do xisto que ocorreu na última década", afirmou Williams, sobre o fornecimento de petróleo e gás natural aos Estados Unidos.
O executivo destacou que há uma "grande produção de petróleo bruto" e uma "grande produção de gás" no território americano, mas disse que o consumidor provavelmente pagará mais pelos derivados. "Temos um bom acesso ao que precisamos, mas os preços, obviamente, são definidos pelo mercado global."
O barril do Brent superou hoje os US$ 85 pela primeira vez desde julho de 2024, e o gás europeu ultrapassou brevemente os € 65 por megawatt-hora, um nível inédito desde janeiro de 2023.
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