Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Cras vitae gravida odio.
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Cras vitae gravida odio.
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Cras vitae gravida odio.

Por Fabricio de Castro
SÃO PAULO, 18 Fev (Reuters) - As taxas dos DIs fecharam a quarta-feira em baixa ante os ajustes anteriores, ainda que outros ativos brasileiros, como as ações e o real, tenham se mostrado mais pressionados neste retorno do feriado de Carnaval.
O recuo das taxas futuras no Brasil esteve na contramão do exterior, onde os rendimentos dos Treasuries avançaram.
No fim da tarde, a taxa do DI para janeiro de 2028 estava em 12,585%, em baixa de 4 pontos-base ante o ajuste de 12,625% da sessão de sexta-feira. Na ponta longa da curva, a taxa do DI para janeiro de 2035 marcava 13,335%, em queda de 7 pontos-base ante 13,403%.
O mercado de renda fixa brasileiro voltou a funcionar às 13h desta quarta-feira, já tendo dois pontos de atenção no noticiário local.
Em primeiro lugar, a liquidação extrajudicial do Banco Pleno, instituição controlada por Augusto Lima, ex-sócio do Master, por comprometimento de sua situação econômico-financeira e descumprimento de normas.
Segundo, o veto parcial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à lei que estabelece reajuste de salários para servidores da Câmara, do Senado e do Tribunal de Contas da União (TCU).
Lula bloqueou trechos que previam escalonamento dos reajustes até 2029 e pagamentos que poderiam levar a remunerações superiores ao teto do funcionalismo público, informou o Planalto. Agora, o Congresso decidirá se mantém ou derruba os vetos.
As taxas dos DIs exibiram perdas já no início da sessão e assim permaneceram, ainda que ao longo da tarde o Ibovespa tenha se firmado no território negativo e o dólar tenha ganhado força ante o real.
No exterior, as atenções estiveram voltadas para a divulgação da ata do último encontro de política monetária do Federal Reserve, às 16h.
O documento mostrou que autoridades do Fed chegaram a um acordo quase unânime para manter a taxa básica de juros na faixa de 3,50% a 3,75% na reunião de janeiro, mas permaneceram divididas sobre os próximos passos.
"Vários" membros levantaram a possibilidade de aumentos nos juros caso a inflação permaneça elevada, enquanto outros divergiram sobre se e quando novos cortes seriam justificados.
Às 16h35, na esteira da ata, o rendimento do Treasury de dois anos--que reflete apostas para os rumos das taxas de juros de curto prazo-- tinha alta de 2 pontos-base, a 3,46%. O retorno do título de dez anos --referência global para decisões de investimento-- subia 3 pontos-base, a 4,083%.