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Sem virada no Camp Nou. O Atlético de Madrid, apesar da derrota por 3 a 0 para o Barcelona nesta terça-feira (3), no jogo de volta da semifinal, vai disputar a decisão da Copa do Rei da Espanha graças à vitória por 4 a 0 no jogo de ida, no estádio Metropolitano, na semana passada.
Marc Bernal (29' e 72') e Raphinha (45'+4, de pênalti) mantiveram até o final a esperança de uma virada do Barça, que não aconteceu.
O Atlético, que não levanta a Copa do Rei desde 2013, vai disputar a final em Sevilha contra o vencedor do clássico basco entre Real Sociedad e Athletic Bilbao na quarta-feira (1 a 0 na ida para a Real).
O técnico 'colchonero', Diego Simeone, escalou um time titular mais ofensivo do que o esperado.
Apesar da presença de Ademola Lookman e Giuliano Simeone, e de Julián Álvarez como referência à frente de Antoine Griezmann, o Barcelona mostrou desde o início que lutaria até o fim.
Nem mesmo a lesão do zagueiro francês Jules Koundé, que teve que ser substituído aos 12 minutos, abalou o ânimo 'blaugrana'.
- Atlético resiste -
Lamine Yamal foi um pesadelo constante para a defesa do Atlético. O veloz atacante espanhol invadiu a área e cruzou rasteiro para Marc Bernal só empurrar a bola para o fundo da rede, sem chances para o goleiro Juan Musso, que foi titular no lugar de Jan Oblak.
Os minutos foram passando com o time catalão dominando a partida, embora o placar permanecesse 1 a 0, até que, após uma rápida troca de passes, Pedri foi derrubado dentro da área e Rapinha não desperdiçou a cobrança de pênalti. Metade do jogo, metade do trabalho feito para os comandados de Hansi Flick.
Mas marcar quatro gols contra a equipe menos vazada do Campeonato Espanhol (18 gols sofridos em 23 jogos), e cuja retranca é mundialmente conhecida, não é tarefa fácil.
No segundo tempo, Juan Musso fez duas excelentes defesas em tentativas do Barça, que acrescentou emoção máxima à reta final com o segundo gol de Bernal, finalizado com o pé esquerdo após um cruzamento de João Cancelo para a área.
Com mais de 20 minutos pela frente, o zagueiro uruguaio Ronald Araújo atuou como centroavante em busca de "tornar o impossível possível", como Flick havia pedido no dia anterior, mas o Atlético recorreu a uma resistência heroica que o leva de volta à final da Copa do Rei pela primeira vez em 13 anos.
iga/raa/cb/aam