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O Senegal conquistou a Copa Africana de Nações pela segunda vez em sua história, ao derrotar o anfitrião Marrocos por 1 a 0 na prorrogação, neste domingo (18), em uma final marcada por incidentes no Estádio Príncipe Moulay Abdallah, em Rabat.
Son uma forte chuva, o meio-campista Pape Gueye marcou o gol da vitória para os 'Leões de Teranga' no início do tempo extra (94') com uma bomba de pé esquerdo no ângulo.
Antes disso, nos acréscimos (90'+13), Brahim Díaz havia perdido um penálti controverso nos acréscimos, que causou a interrupção do jogo por cerca de dez minutos e até mesmo uma breve saída de campo dos jogadores senegaleses, indignados com a decisão do árbitro.
O Senegal acabou decidindo voltar a campo para que a partida pudesse ser concluída, e Brahim Díaz, que teve a chance de dar o título à seleção da casa, cobrou o pênalti com uma 'cavadinha' fraca que o goleiro Edouard Mendy defendeu com extrema facilidade.
O jogador do Real Madrid, artilheiro do torneio com cinco gols, ficou à beira das lágrimas, enquanto o Senegal se dividia entre a euforia e a incredulidade.
Nesse clima dramático, começou a prorrogação, e os senegaleses aproveitaram a oportunidade: em um contra-ataque perfeitamente executado, Pape Gueye avançou, entrou na área e desferiu um chute potente no ângulo, sem chances para Yassine Bounou 'Bono', que até então havia sofrido apenas um gol em todo o torneio.
Isso foi suficiente, já que o placar permaneceu inalterado no restante da prorrogação, e os 'Leões de Teranga' conquistaram assim o seu segundo título da Copa Africana de Nações, depois da edição de 2021 (que foi adiada para 2022 devido à pandemia de covid-19).
Para Marrocos, semifinalista na última Copa do Mundo, a decepção é imensa diante de sua torcida.
A seleção marroquina não conseguiu encerrar um longo jejum de 50 anos, depois da última conquista da CAN, em 1976.
chc/hpa/aam